Birkenstock sobe com previsão; StubHub cai após balanço
Birkenstock sobe após elevar previsão de Ebitda e superar vendas esperadas; StubHub cai com lucro por ação abaixo do consenso. Cerebras recua com projeção de crescimento mais lenta.
Birkenstock sobe após elevar previsão de Ebitda e superar vendas esperadas; StubHub cai com lucro por ação abaixo do consenso. Cerebras recua com projeção de crescimento mais lenta.
Investidores estrangeiros retiraram recursos de ações brasileiras no ritmo mais rápido desde 2021, com receios sobre a eleição e o déficit fiscal.
CPI em linha reduz apostas em alta de juros do Fed, e a Anthropic negocia a compra da Decart AI por US$ 6 bilhões, enquanto o Tesouro americano oferece US$ 25 bilhões em títulos de 30 anos.
Beth Hammack, presidente do Fed de Cleveland, disse que o banco central americano precisa agir agora contra a inflação, que segue abaixo da meta, e classificou o mercado de trabalho dos EUA como "amplamente estável". A fala reforça o debate sobre o rumo dos juros americanos.
Um novo investidor institucional deve aplicar bilhões de dólares em títulos corporativos chilenos nos próximos anos, no momento em que os fundos de pensão locais registram captação recorde. A Bloomberg reportou o movimento em 13 de agosto de 2026.
O CEO da Maersk, Vincent Clerc, disse que interrupções na navegação serão mais frequentes, com gargalos na África, Europa e China elevando taxas de frete e o lucro da companhia.
Robert Kaplan, vice-chairman do Goldman Sachs e ex-presidente do Fed de Dallas, disse que o banco central americano acertou ao manter os juros na reunião de julho de 2026.
A Lovable, startup europeia de "vibe coding", levantou US$ 400 milhões e foi avaliada em US$ 13,3 bilhões, entrando para o grupo das startups mais valiosas da Europa. A informação foi confirmada pela Bloomberg em entrevista com o CEO Anton Osika.
Tata Motors reportou lucro trimestral abaixo do esperado: a fraqueza da JLR no Reino Unido compensou as vendas fortes na Índia, acendendo alerta sobre o segmento de luxo.
A Minor International, maior grupo de hotéis e restaurantes da Tailândia, adiou o lançamento de seu primeiro REIT de US$ 1 bilhão, segundo a Bloomberg, citando condições de mercado desfavoráveis.